Persistente
Estado que sobrevive ao tempo.
Aurora OS é um sistema operativo cognitivo open-source. O modelo ajuda a raciocinar; o Kernel decide, guarda e executa — sempre dentro de políticas e consentimento.
[ 01 — A PREMISSA ]
É uma arquitetura em que o modelo é substituível. A identidade, o contexto, as políticas e o historial pertencem à Aurora — e continuam a existir entre conversas, modelos e reinícios.
Conhecer os princípios →Estado que sobrevive ao tempo.
Decisões com evidência.
Autonomia revogável.
Nunca presa a um modelo.
[ 02 — CAPACIDADES REAIS ]
A Aurora transforma pedidos quotidianos em trabalho verificável. Cada efeito atravessa memória, política, aprovação e registo de execução.
ENTRADAS
“Lembra-me todas as segundas às 9h.”
scheduler · memória“Marca uma reunião amanhã.”
calendar · workflow“Envia este email depois da minha aprovação.”
email · approvalFLUXO CONTROLADO
Nada é executado apenas porque foi pedido em linguagem natural.
[ 03 — ARQUITETURA ]
Cada camada tem uma responsabilidade clara. Nenhum conector se torna, acidentalmente, uma nova mente.
[ 04 — CONTROLO ]
É um sistema de limites claros, consentimento explícito e registos que pode inspecionar.
Cada memória duradoura transporta origem, confiança, âmbito e mecanismos de correção. Memória não é verdade absoluta.
O componente que gera linguagem não aprova permissões, não detém segredos e não decide sozinho o que executar.
Planear não autoriza executar. Toda a capacidade externa respeita limites, aprovações e um registo de resultado.
Menos dados, menor tempo de retenção e menor privilégio. Porque o contexto pessoal merece fronteiras reais.
[ 05 — UMA PLATAFORMA, NÃO UM TRUQUE ]
Memória persistente, scheduler, workflows, aprovações, calendar e email: uma base que já transforma contexto em ações governadas.
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